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5 de fevereiro de 2006

Do Alto do Monte Sori


Não sei se você já parou para observar:
(“Parar para observar”? O que é isto?” é uma pergunta comum hoje em dia, só menos comum que: “Que ... é essa?”)
Mas, continuando...
Já observou o que as crianças costumam fazer nos dias de mudança (de casa)?
Elas brincam, brincam, e brincam. Exaustivamente. Investigam tudo, relembram velhas brincadeiras delas, inventam novas. Até caírem em algum canto, exaustas.
Por que será?
Citando Maria Montessori (médica e educadora italiana, criadora de um método educacional inovador na sua época):
“A fuga para a brincadeira ou para o mundo da fantasia normalmente esconde uma energia dividida. Representa uma defesa subconsciente do ego, que foge do sofrimento ou do perigo e se esconde atrás de uma máscara”.
(“O Segredo da Infância”)
O que estão demonstrando, embora muitas vezes não entendamos, é a ansiedade do novo, do que virá pela frente (pra melhor ou pra pior), refletida nestas “simples brincadeiras de criança”.
Entendia alguma coisa de criança, esta mulher, ou não?
Se ainda acha que não, veja o que ela tinha a dizer sobre a “normalidade”:
“Criança “normal” é aquela que:
• é precocemente inteligente,
• aprendeu a controlar impulsos e a viver em paz, e
• prefere a disciplina ao simplesmente “não fazer nada”.
Crianças assim deveriam ser chamadas de convertidas, e não de normais ”.
(mesma fonte)

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